Homenagem as nossos mestres 2014

No dia do professor nada mais justo que prestar homenagem aqueles que ajudam de maneira singular o Confraria a percorrer essa enorme estrada do conhecimento musical.

Essa é a nossa homenagem aos nossos professores! Parabéns pelo seu dia!

Sergio Morais
Natural de Brasília, formou-se no Curso Técnico de Flauta Transversal da Escola de Música em agosto de 1998. Tocou nas orquestras Filarmônica de Brasília (titular), Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro e Sinfônica da UFMT (convidado). É professor da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello desde 2001 e integrante do grupo TAKTO. Representou o Brasil através do Clube do Choro de Brasília no II Festival de Jazz de Porto-Príncipe, Haiti, em 2005. Tocou em Ghana, África, em 2009 e Bogotá, Colômbia em 2012. Como professor, coordenou as oficinas de Choro dos  três últimos festivais da ABRAF - Associação Brasileira de Flautistas (VIII, IX e X) em Maringá-PR, Uberlândia-MG e Campinas-SP, respectivamente. Em 2010 esteve em San Jose, Costa Rica, no VI Festival Internacional de Flauta da Acofla (Asociación Costarricense de Flautistas) onde deu classes de flauta e um recital de música brasileira para flauta e piano. Em 2011 participou do Festival Leo Brower em Maringá-PR. Além das aulas, tocou no concerto de encerramento. Lecionou  em master classes nas duas edições do Curso de Verão do flautista italiano Raffaele Trevisani em 2010 e 2011 em Presidente Prudente, SP. Já dividiu o palco com Hamilton de Holanda, Carlos Malta, Beth Carvalho, Elton Medeiros, Walter Alfaiate, Luciana e Amélia Rabello, entre outros. Além de tocar flauta, flautim, flauta em sol (contralto) e flauta baixo, é o primeiro flautista-contrabaixista do Brasil.




Marcio Marinho "Frango do Cavaco" 
Talento nato do cavaquinho, Márcio Marinho tem como referência o mago Waldir Azevedo de quem, num primeiro momento, buscou assimilar a sonoridade límpida e o bom gosto para acrescentar conhecimentos musicais e técnica inconfundível à sua maneira de tocar. Seu amadurecimento vem sendo forjado pelos estudos e contato com artistas que fazem parte do panorama musical do Brasil. Entre eles estão o cavaquinista Henrique Cazes, o bandolinista Hamilton de Holanda, o violonista de 7 cordas Rogério Caetano, Carlos Malta, Dominguinhos, Humberto Araujo, Paulo Moura, Danilo Brito, Sombrinha e o multi-instrumentista Hermeto Paschoal. Márcio Marinho se destaca como revelação em virtude do novo conceito, da nova "cara" que vem construindo para o cavaquinho. Sua maneira de tocar faz a química das linguagens jazz/choro com doses de virtuosismo, abrindo horizontes e transformando o cavaquinho num instrumento surpreendentemente sem barreiras, que se encaixa perfeitamente em qualquer estilo musical. Marcio Marinho,  26 anos de idade, Cavaquinhista 5 cordas é um dos maiores nomes do instrumento no Brasil na atualidade.


Valérinho Xavier
Professor da Escola de Choro Raphael Rabello, ele é um dos maiores pandeiristas do Brasil. Além disso é multi-instrumentista toca também cavaco e violão. Passou vários ensinamentos para nosso pandeiristas Gustavo Nunes! Tocou com grandes nomes da música brasileira como Henrique Cazes, o bandolinista Hamilton de Holanda, o violonista de 7 cordas Rogério Caetano, Carlos Malta, Dominguinhos, Humberto Araujo, Paulo Moura, Danilo Brito, Sombrinha e o multi-instrumentista Hermeto Paschoal. 
Obrigado pelas lições mestre.











Pablo Fagundes
O brasiliense Pablo Fagundes iniciou sua trajetória musical, há 16 anos. Em 1992, descobriu na gaita diatônica as raízes negras do blues. Hoje, trabalha pela consolidação das gaitas cromática e diatônica na música brasileira. Pesquisador do instrumento, criou o curso de gaita cromática na mais importante escola de choro do Brasil na atualidade, a Raphael Rabello, do Clube do Choro em Brasília, da qual é professor titular. Faz parte do grupo cultural Pé de Cerrado, referência em ritmos regionais brasileiros (coco, maracatu, ciranda, baião) que se consolida com a gravação do segundo CD e primeiro DVD. Em 2004, participou da abertura do show de BB King, em Brasília, com a Brazilian All Stars Blues Band. Em 2006, interpretou choros e composições próprias no V Festival de Harmônicas, no Sesc Pompéia-SP. No mesmo ano participou do II Forum de Harmonicas de Fortaleza. Ano passado, foi o único gaitista brasileiro a participar do 44o. SPAH (Society for the Preservation and Advancement of Harmonica) em Milwakee (Wisconsin-EUA), mais antigo e tradicional evento de gaitistas dos EUA, com participação de nomes consagrados como J.J. Milteau, Peter Mad Cat, Stan Harper, Howard Levy. Também em 2007, lançou o CD Ted and Pablo Transcontinental Music Express, em turnê pelos EUA. Teve a oportunidade de participar do Mandolin Symposium na Santa Cruz University (Califórnia-EUA) quando se apresentou ao lado de David Grisman, Mike Marshall e Hamilton de Holanda. Em 2008 Pablo gravou seu primeiro CD solo com a participação de Dominguinhos e diversos músicos de Brasília, o lançamento foi no espaço Brasil Telecom dia 19 de março de 2009. Este show foi gravado e vai virar seu primeiro DVD ao vivo. Em sua segunda turnê pelos EUA, tocou em diversas casas de shows como LACMA e Skirball em Los Angeles e Zinc Bar, Nublue e Cachaça em NYC onde contracenou com Toninho Horta. Em 2009 foi para Fortaleza onde representou Brasília no Festival de Blues e Jazz de Guaramiranga, considerado um dos maiores festivais do gênero, o qual também contou com a participação de Dominguinhos, Toots Thiellemans, Cezar Camargo Mariano e outros . Ainda em 2009 Pablo foi a única atração brasileira no Harmonica convergence II, que aconteceu em Chicago com a presença do Howard Levy e Peter Madcat. Aproveitando a viagem tocou também na Georgetown University, no departamento de estudos sobre a música brasileira. Recentemente participou do projeto “um piano na estrada” comandado por Arthur Moreira Lima.



Felipe Vieira


Felipe Vieira é compositor, arranjador, produtor e multi-instrumentista residente em Brasília.
Apresenta-se tanto aos teclados e ao violão, como ao saxofone, o qual considera como seu instrumento principal.
Felipe Vieira tem uma vasta experiência musical. Viveu nos EUA durante a década de 1990, onde tocou saxofone em diversos festivais de jazz, e viveu na Europa durante a década de 2000, onde atuou em muitos países, como Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália e Inglaterra.
Em 2005 se formou em saxofone pela Escola de Música de Brasília, e está atualmente cursando Licenciatura em Musica pela Universidade de Brasília.
É professor de saxofone na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, onde trabalha com interpretação de música brasileira e improvisação.


Amoy Ribas
O percussionista, marimbista e compositor Amoy Ribas nasceu em Brasília morou na India, Alemanha, Recife, no norte de Minas e no Rio de Janeiro, sempre atento à música, imprime em seu trabalho as várias influências pelas quais passou. A mistura de técnicas e estilos distintos é característica marcante do músico, que busca extrair todas as possibilidades sonoras dos instrumentos. Sua percussão despertou o interesse em grandes nomes da música como Richard Galliano, Hermeto Pascoal, Gilson Peranzzetta, Marco Pereira, Guinga, Jacques Morellenbaum, Hamilton de Holanda, Nailor Proveta, Billy Blanco, Beth Carvalho, Leila Pinheiro, Joyce e Paulinho Moska, com os quais o percussionista fez shows no Brasil e no exterior. Aos 20 anos Amoy Ribas participou, em 2001, do Festival Del Caribe, em Cuba no ano seguinte gravou o CD Mundo Verde Esperança de Hermeto Pascoal, tocou no La Paz Festjazz com Gabriel Grossi, Daniel Santiago e Diego Figueiredo. Mudou-se para o Rio onde conviveu com as mais fortes raízes do samba, tocou com Moacyr Luz, Leandro Braga, Paulo Sergio Santos, Edu Neves, Rogério Caetano, Carlos Malta, Yuri Popoff, as rodas de choro da Lapa, participou de dois Projetos Pixinguinha, um no Sul e outro no Nordeste do Brasil, entre vários outros trabalhos. Esteve em Los Angeles com o Grupo Brazilian Modern Choro Ensemble, em 2004, e participou com a Orquestra WDR de Colônia, ao lado de Joyce e do pianista e arranjador Gilson Peranzzetta, de vários festivais internacionais como o Jazzrally e o Traumzeit, na Alemanha. Em 2005 tocou em Porto Rico e acompanhou grandes nomes do samba carioca. No início de 2006 participou do DVD "Sinfonia do Rio de Janeiro" de Billy Blanco e Tom Jobim. No final de 2007 participou do concerto de Richard Galliano e Gary Burton na sala Pleyel em Paris e voltou a Alemanha com Joyce, Gilson Peranzzetta, Nailor Proveta, Jacques Morellenbaum e a WDR Bigband.

Alencar 7 cordas (In memoriam)
Humilde, conhecedor profundo de sua arte, o grande mestre Alencar 7 cordas formou os principais músicos de Brasília. Seus ensinamentos não se resumiam a notas e acordes, eram lições de vidas, sempre regadas a muitas histórias, contos e anedotas. A maestria fazia parte da alma desse ipuense arretado. Sempre de bem com a vida ele encantava e comovia a todos escutassem sua virtuose. O músico de 60 anos, que foi um dos fundadores do Clube do Choro,  sofreu um infarto fulminante após participação no show do pianista Antônio Carlos Bigonha  na Casa. Alencar foi peça fundamental na  formação  de grandes instrumentistas da cidade, e sua árvore harmonica estará sempre presente na alma de todos os seus alunos e colegas. Uma rara unanimidade no meio musical brasiliense, José Alencar Soares, o Alencar Sete Cordas, foi responsável pela formação de violonistas de diferentes gerações. Um dos fundadores do Clube do Choro, do grupo Choro Livre e primeiro professor da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, ele comemorou 60 anos, em 17 de junho deste ano, com uma grande festa, cercado de amigos, colegas e discípulos. No começo da madrugada de ontem, morreu, no Hospital de Base, vítima de enfarte. José de Alencar Soares, ou Alencar Sete Cordas, como é mais conhecido, mudou-se para a capital federal na década de 70. Alencar Sete Cordas teve importante atuação no desenvolvimento musical de Brasília, visto ter sido um dos fundadores do Clube do Choro de Brasília, no qual se apresentou durante 25 anos como violonista e arranjador do Grupo Choro Livre.
Logo que chegou à cidade, o violonista foi ao encontro dos músicos que participavam da roda de choro no apartamento de Odete Ernest Dias, na 311 Sul, onde foi criado o Clube do Choro.


Henrique Neto
 Henrique Neto, é violonista e desde os treze anos se dedica à pesquisa e estudo dos diversos gêneros que compõem a música brasileira. O interesse pela música veio de dentro de casa, através seu pai, Reco do Bandolim, Presidente do Clube do Choro de Brasília e fundador da primeira escola de choro do país. Desde o início de sua carreira Henrique Neto vem atuando com regularidade na vida cultural da cidade. Além de fazer apresentações como solista em importantes casas de espetáculos da Capital da República, ele já dividiu o palco com músicos consagrados como Hermeto Pascoal, Hamilton de Holanda, Paulo Moura, Sivuca, Armandinho Macedo, Sebastião Tapajós, Manasses, Guinga, Dominguinhos, Paulo Sérgio Santos, Danilo Caymmi, Carlos Malta, Henrique Cazes, Sombrinha, Vittor Santos, oswaldinho do acordeom, Deo Rian entre outros. Henrique Neto recebe freqüentes convites para participar de eventos de música no Brasil e no exterior. Apresentou-se nas cidades paulistas de Ribeirão Preto,Campinas e São Paulo. No Rio de Janeiro, tocou no SESC Copacabana, no Teatro Rival, no lançamento do CD solo de Hamilton de Holanda, e no CCBB, com o grupo brasiliense Choro Livre. Esteve também em Curitiba, Salvador, Natal, João Pessoa, Goiânia e Corumbá. Excursionou por Emirados Árabes, Uruguai, Argentina e Peru. Henrique Neto é ainda integrante do grupo Choro Livre, tendo assim oportunidade de dividir o palco com os solistas convidados nas programações promovidas pelo Clube do Choro de Brasília.
Foi vencedor com o “TRIO CAI DENTRO” do disputado festival nacional de novos talentos “GERAÇÃO MUSICAL”, sediado no Rio de janeiro e patrocinado por Furnas, que teve como premio a gravação de um CD, bolsa de estudos com o professor húngaro Ian Guest e uma turnê por 8 capitais do Brasil.Desde 2006, Henrique é professor de violão da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e é licenciado em música pela Universidade de Brasília.

Francisco Abreu
Bacharel em percussão pela UFSM/UNESP na classe dos professores Dr. Ney Rosauro e Dr. John Boudler. Entre 2004/05 cursou, com o prof. Emmanuel Séjourné, a especialização em teclados de percussão, no conservatório de Strasburgo – França. Em 1997 funda o grupo de percussão K-TZ, com o qual desenvolve um trabalho de música contemporânea e música para teatro, participando de festivais no Brasil, América Latina e Europa. Com o grupo K-TZ realizou a gravação integral da obra de Ney Rosauro para grupo de percussão e em 2005 foi finalista do Concurso Internacional de Percussão de Luxemburgo (6a edição). Foi timpanista da Orquestra Sinfônica de Sergipe durante o ano de 2005, e como musico convidado atuou em orquestras como OSTNCS-DF, Ostinato-Paris, RTC-SP, OSUSP-SP, UniSinos-RS entre outras. Gravou os CDs “Missa em Memorian de Arthur Bispo do Rosário” de Arrigo Barnabé (2003) e “Orquestra Barroca do Festival de Música Antiga de Juiz de Fora” (2006/07/08/09). Como ganhador do “1o Concurso de Jovens Interpretes” da Prefeitura de São Paulo, executou a estréia brasileira do Concerto #2 para Marimba e Orquestra (red. Piano) de Ney Rosauro. Como produtor cultural e diretor artístico organizou o projeto “Batucando no Parque”, no qual o Grupo K-TZ faz uma série de concertos gratuitos em parques e praças públicas do Distrito Federal, contando com o apoio da Secretaria de Cultura do DF nos anos de 2007 e 2008. Organizou e lecionou também nas oficinas de percussão ministradas pelo Grupo K-TZ no Espaço Cultural Renato Russo e na Escola de Musica de Brasília, respectivamente nos anos de 2007 e 2008. Em 2008 foi professor de percussão na Escola de Música de Brasília. Atualmente é timpanista da “Orquestra Barroca do Festival de Música Antiga de Juiz de Fora”, professor de percussão da Universidade de Brasília e Escola de Choro Raphael Rabello além de atuar como percussionista e em diferentes esferas da música.


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